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Shirley Ze Yu
Political Economist, Senior Visiting Fellow & Director China-Africa Initiative
@ The London School of Economics and Political Science
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A Professora Shirley Ze Yu é uma reconhecida especialista em economia política da China. É Diretora da China-Africa Initiative no Firoz Lalji Institute for Africa da London School of Economics (LSE) e foi Senior Practitioner Fellow na Harvard Kennedy School (2018–2024). É também professora na IE Business School e Professora Honorária Distinta Convidada na National Defence University, em Islamabad.
Shirley Ze Yu integra a Davos Expert Network, com especialização em China e geoeconomia. As suas análises têm sido publicadas em meios de referência como o Financial Times, o Wall Street Journal e o South China Morning Post. Comentadora frequente sobre assuntos globais, colabora regularmente com plataformas internacionais como a BBC, a Bloomberg e a Al Jazeera.
É oradora convidada em alguns dos mais prestigiados think tanks e instituições académicas a nível mundial, incluindo a Chatham House, a Asia Society, a Harvard University, a University of Cambridge, a University of Oxford e a London School of Economics.
Integra conselhos de administração de empresas internacionais, assessorando multinacionais do ranking Fortune Global 100 e instituições multilaterais nas dimensões estratégicas e económicas da evolução da economia chinesa, das políticas públicas e da tecnogeopolítica.
É doutorada em Economia Política pela Peking University e mestre pela Harvard University, mantendo uma forte ligação a decisores globais sobre os impactos estruturais da ascensão da China no cenário internacional.
- Duas décadas de transformação estratégica: A transição da China de uma economia assente na manufatura intensiva em mão de obra para um modelo liderado pela inovação foi impulsionada por políticas industriais estatais, intensa concorrência no mercado interno, um vasto pipeline de talento STEM e uma abordagem permissiva à ética tecnológica, que permitiu níveis de experimentação que os reguladores ocidentais teriam travado.
- A ascensão da China à fronteira industrial global nesta década: A década de 2020 representa a fase mais assertiva da China até ao momento – com avanços de vanguarda em IA, robótica, veículos elétricos, computação quântica e espaço a ganhar escala e a redefinir pressupostos globais sobre liderança em inovação.
- Implicações para o comércio global: A China já não compete na base da cadeia de valor. As suas exportações de alta tecnologia estão a transformar mercados globais, a redefinir rotas comerciais e a arquitetura dos sistemas internacionais de pagamento.
- A rivalidade EUA–China e o dilema europeu: A competição tecnológica entre Washington e Pequim consolidou-se como uma rivalidade estrutural. A Europa, economicamente ligada à China mas aliada dos Estados Unidos, enfrenta uma escolha desconfortável entre desacoplamento, autonomia estratégica ou irrelevância.
- Uma ordem global em transformação: A ascensão da China está a acelerar a multipolaridade. Para o Sul Global, oferece um modelo alternativo de desenvolvimento. Para as democracias ocidentais, o debate mais profundo centra-se em que valores e normas irão moldar as tecnologias que definirão este século.
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